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A Vara Estadual de Improbidade Administrativa condenou em primeira instância Divaldo Lara, ex-prefeito de Bagé, por nomear sua ex-mulher como funcionária fantasma do posto de saúde da região. O ato foi considerado um caso de improbidade administrativa e o prefeito foi punido pelo uso abusivo do poder para favorecer uma pessoa próxima a ele. A sentença condenatória é mais um capítulo no histórico conturbado de Divaldo Lara, que já enfrentou várias críticas durante seu mandato como chefe da administração municipal de Bagé e agora deve responder as consequências legais do ato praticado em sua gestão. A sentença ainda pode ser apelada, mas a condenação é um grande passo para responsabilizar os agentes públicos por seus atos ilícitos.